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2021

O secretário de assistência social de Taboão da Serra, Wagner Eckstein, anunciou nesta terça-feira, dia 10, uma nova parceria que irá render 2.961 cestas básicas para serem distribuídas para a população em situação vulnerável durante a pandemia.
De acordo com Eckstein, a doação foi feita pelo Ministério Público do Trabalho e pelo Núcleo de Estudos da População Elza Berquó (NEPO) da UNICAMP e as cestas básicas já foram entregues em Taboão da Serra. A expectativa é que a entrega para a população comece nos próximos dias.
“Queremos agradecer a procuradora do Ministério Público do Trabalho, Dra. Damaris Salvione, e a Professora Dra. Rosana Baeninger, do Núcleo de Estudos da População Elza Berquó da UNICAMP, por essa importante doação, por esse trabalho de solidariedade que irá nos ajudar muito no combate da pandemia, principalmente das pessoas que passam maior dificuldade”, afirmou Eckstein.
Desde o início do ano a prefeitura de Taboão da Serra já distribuiu mais de 20 mil cestas básicas para famílias em maior situação de vulnerabilidade social. Desse total 16 mil foram doações e o restante adquiridas pelo próprio município.

fonte: O Taboense – 10/08/2021

A venezuelana Sara Mathias, 29 anos, lembra que as mãos tremiam e o nervosismo era indisfarçável no primeiro dia de aula da Oficina em Design de Moda, em São Paulo. Ela e outros 19 imigrantes oriundos da Bolívia, Venezuela e da República Democrática do Congo, todas vítimas de trabalho escravo, participaram de curso coordenado por um dos mais influentes estilistas brasileiros, Reinaldo Lourenço, e pelo renomado estilista Yan Acioli.

“Eu estava empolgada e nervosa. Era um nível muito mais avançado para mim. Um bolso eu precisei fazer quatro vezes! Mas eu amei saber que eu posso, eu aprendo. Um mundo se abriu na minha cabeça com esse curso e agora vou atrás de mais conhecimento”, diz Sara.
Top Brazilian designers led a workshop earlier this year to teach victims of slave labor a new and more dignified career in fashion. The workshop is part of the “Slave Labour Never Again” project: a collaboration among the Public Ministry for Employment, the International Labour Organization (ILO) and the University of Campinas (Unicamp).

One of the participants in the project was Venezuelan Sara Mathias, 29, a former cleaning woman. “I had to spend 10 hours every day cleaning 12 apartments. I was very mistreated,” said Sara. An immigrant living in Brazil for two years, she decided to learn to sew after quitting a job that both exploited and humiliated her.
No Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, em 28 de janeiro, o Ministério Público do Trabalho (MPT), a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Universidade de Campinas (Unicamp) lançam o manifesto online “Trabalho Escravo Nunca Mais “, com a participação de artistas e ativistas para conscientizar a sociedade sobre o combate ao trabalho escravo no Brasil.
Procuradoria-Geral do Trabalho – 28/01/2021
Das 150 bilhões de peças produzidas no mundo, muitas são feitas de maneira forçada. O trabalho análogo ao escravo, também chamado de escravidão contemporânea, ainda é recorrente na indústria têxtil e da moda e assola todo o globo: dados do Índice de Escravidão Moderna (2018) apontam que 354 bilhões de dólares em itens produzidos sob essa violação tem o risco de serem importados por países do grupo G20; deste montante, mais de ⅓ são peças de vestuário. Com a pandemia, a ONU alerta para um possível aumento do crime.

ELLE – 28/01/2021

2020

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